sexta-feira, novembro 23, 2012


Blog em Construção...




Heeeeey lindjos e lindjas!
o blog vai entrar em construção  mais eu tenho pensado muito em fazer outro para essa nova fase, o que vocês acham ? fazer outro ou entrar em construção ?
Os 10 primeiros comentário eu já vou decidir. Bj Bj
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quinta-feira, novembro 22, 2012


Aonde você está vivendo neste momento ?


“- Os humanos foram criados para viver no passado, no presente ou no futuro?
- No presente.
- Agora me diga: onde você está passando a maior parte do tempo em sua imaginação?” (William P. Young)
Viver o agora. O presente. Que seja regra, por que o presente, é um presente! ♥

Olá pessoas lindas, o meu mundo está de cabeça pra baixo, quando eu falei dessa citação ai encima de William P. Young, me referi ao pouco o que eu estou vivendo, as vezes eu consigo fazer uma viagem lá no meu passado e me recordo de momentos lindos, alegres, abençoados pelo Senhor, repentinamente eu fico triste porque eu mesma me pergunto, devo viver no passodo ? pensar no futuro ? ou agir no presente ?!
Este momento que eu estou vivendo e muito perfeito, claro que só fala uma pessoa para completar, enquanto essa pessoa não vem eu vou curtindo a minha vida, esse baby lindo.
Falando em Baby, hoje eu vou fazer o exame de sangue confirmando mesmo.. torçam pra tudo dar certo!

Então meus amados a pergunta que eu te faço neste momento é: Em qual tempo você está vivendo ?


Doces Beijos! :*
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terça-feira, novembro 20, 2012


I'll always love you, forever and ever! ♥

                    



Sabe do que eu sinto falta ? sinto falta dos nossos momentos, das nossas lembranças. Sinto falta de quando ‘eu e você’ era nós, e quando os momentos podiam ser chamado de ‘nossos momentos’. Eu também sinto falta de tudo isso. Sinto falta das conversas jogadas ao vento, das brincadeiras idiotas que acabavam em brigas, sinto falta de brigar por ciúme e do ciúme que sentias de mim. A nostalgia aumenta a cada comédia romântica que assisto, a cada tarde fria que passo sozinha. Abraços alheios, sorrisos singelos e nada se compara com seu olhar distante quando estava pensativa. Sinto falta de todo o drama da nossa história de amor e do timbre da sua voz quando esta com sono. Agora estou sozinha, aliás, eu e essa saudade que me abraça apertado e me faz querer sentir novamente toda sua perfeição.
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segunda-feira, novembro 19, 2012


Dando um tempo !!!



Oi gente ^^

Que saudades de de vocês queridos leitores!!!
Diariamente eu recebo pelo menos 15 a 40 E-mail de pessoas queridas perguntando a minha ausência, então me sentir na obrigação de justificar-la. Estou muito atarefada com o trabalho e agora com uma pessoinha chegando eu estou curtindo e aproveitando esse momento, coisas que mulheres têm.
Estou tão atarefada que nesse domingo eu percebi que a muito tempo eu não tenho lazer digno com apenas eu, família e amigos "Tipo só curtir" entendem ?
Esse ano eu não produzi nada, não tive muitas ideias por causa de uma tristeza do passado! Para não dizer que eu não fiz nada, eu fiquei encarregada da festa do final de ano.

Desculpe a minha ausência, vou tentar responder os emails !



Doce beijos! 
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terça-feira, novembro 13, 2012


Sweet Girl

                                


Hoje foi um daqueles dias em que o universo suga toda a sua coragem de levantar da cama, pegar uma toalha, tomar um banho e começar o dia. Começar a vida. Hoje foi um daqueles dias em que eu queria sentir toda a leveza da minha alma flutuar sobre a minha cama, numa espécie de meditação, ritual. Hoje eu só queria que o despertador tivesse tocado 1 hora mais tarde, que o sol tivesse saído mais cedo e com mais brilho, e que o trânsito infernal dessa cidade não me incomodasse. Hoje eu tive preguiça de pensar, falar e até de sentir. Queria morrer dentro de mim, já que tudo lá fora não tinha mais vida. Queria ter permanecido com a cabeça afundada no travesseiro, com os pés descobertos e o resto do corpo aquecido. Hoje, eu queria que meu coração tivesse batido mais rápido, que minha mente não estivesse tão aérea e meu café não tivesse esfriado. Queria que a bateria do celular tivesse durado mais alguns minutos, que na rádio só tocasse as músicas que eu gosto, mas, ao mesmo tempo, eu só queria escutar o barulhinho de silêncio. Ouvir o eco da minha respiração. Hoje eu queria ler um "estou com saudades" escrito num SMS, ter observado cada poro da pele do meu rosto, cada veia do meu corpo, cada fio de cabelo espalhado pelo chão do quarto. Hoje eu queria tanta coisa. E nem sei por qual razão queria, mas ainda assim não deixei de querer. Eu queria entender por que a gente acorda sempre querendo ser o que não é, ter o que não se tem. E, talvez, eu até descubra se mergulhar em mim. Mas tenho medo.

Rabisquei esse texto numa folha qualquer há uns dias — quase 3 meses, mais precisamente — e posso ser sincera? Até eu não consigo entender muito bem o que eu disse mas sei exatamente o que queria dizer. E era assim, do jeitinho que eu escrevi, que eu me sentia. Sem vontade nem coragem pra tudo e pra nada. Alguém me entende? Pois é. Resolvi sumir um pouco, respirar um ar limpo pra, depois de inteira novamente, voltar. Voltar pra minha vida e não pra o que eu era, porque o que eu fui não me interessa mais. Pintei a faixada da casa, troquei os móveis, lavei a varanda e plantei bougainvílleas lilás no meu jardim. Deixei florescer. Tá tudo novo. Tudo lindo. Como eu sempre quis que estivesse. Agora é só seguir em frente já que as coisas estão em órbita: meu café não esfria mais, aprendi a gostar das músicas que tocam às 6h na rádio e eu já nem me importo mais se o despertador me faz levantar tão cedo. Afastei de mim quem não me fazia bem e trouxe pra perto quem arranca um sorriso meu por qualquer besteira. Isso é viver de novo. É enxergar beleza em qualquer poça de água num dia chuvoso, é ficar só e não se sentir só, porque sua própria companhia é suficiente... Viver de novo não é querer que o sol brilhe mais — como eu quis um dia — mas admirar o céu mesmo que todas as nuvens estejam carregadas alertando sobre uma possível tempestade. 

Hoje, depois de uma reviravolta positiva em minha vida, não escrevo mais sobre o que eu queria que tivesse acontecido, mas sobre o que eu quero que aconteça daqui pra frente. E o que eu quero que aconteça? O que tiver que acontecer, ué. Tô pronta pra qualquer coisa.

"Everyday is a new beginning, take a deep breath and start again!"
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domingo, novembro 04, 2012


 Tattos 

         
Foi-se o tempo em que tatuagem era um tabu.   ballooonplz.gif (50×50)
Pessoas tatuadas já foram muito discriminadas nessa sociedade, e até hoje são. Não tanto, 
mais,  continuam ainda o famoso "Preconceito", hoje as pessoas tem tatuagens por um 
"Hobbies, Significado, Simbolo legal,  ou simplesmente por gostar", muitos não teriam por nada nesse mundinho .
Tatuagens e um processo delicado na qual vai te acompanhar pelo resto de sua vida, escolher uma tatuagem e um processo mais delicado ainda é ela que vai ceder de uma certa forma a explicação do motivo "Por que ela está ali".
Não acho que fique legal tatuagem com cara de artista, nome do namorado(a), nome do artista favorito,  até por que as pessoas mudam né, opiniões mudam...Você pode gostar muito muito de alguém hoje e amanhã se decepcionar, ou perceber que não gostava tanto assim. Foi o caso da cantora Kelly Key, que que teve a sua tatuagem removida pelos acontecimentos de sua vida, ela mesma disse que se "arrependeu" que foi por impulso... Enfim vou mostrar para vocês algumas tatuagens lindinhas.


                               barrinha+8.png (400×13)




DIVA Demi Lovato, fez 12 tattos para comemorar uma grande batalha que passou em sua vida sendo ela a mais famosa  "Stay Strong" ( Fique Forte ). emo8.gif (20×20)



A cantora e atriz dividiu com o mundo o seu maior sofrimento, o verdadeiro significado de Stay Strong foi a recuperação que ela teve em uma clinica de reabilitação diagnosticada com problemas de transtornos alimentares, auto-mutilação e bipolaridade trouxeram lágrimas aos olhos do mundo todo .



O vídeo abaixo, Demi Lovato deu uma entrevista a GMA, ela conta tudo ! ela explica como foi todo, o processo pelo qual ela passou e hoje e uma lição de vida para muitas Garotas !


                                       
                          
                                      barrinha+8.png (400×13)



Tatuagens femininas delicadas



                                                 

                                      Achei essa no dedinho muito amor. É fofa e delicada. ^^


                                                 
                                                      
                                                      Ain, laçiinhos são super femininos :3
                                                 

                                                  

Eu amo as que tem pássaros. Acho que fica perfeito e é Unissex *-*



                                                     
                                                             
                                                       A coroa de princesa *-* um charme !

                                                     

                                        Frases no pulso ficam delicadas e demonstram personalidade *-*


                                                      

                                              Essa no ombro ficou sexy e meiga ao mesmo tempo 


       
                                        
                                                    Que fofo esse gatinho atrás da orelha *-----*



Bom eu escolhi tatuagens pequenas e delicadas, eu particularmente amor assim e acho lindo homens com tribal ou símbolos de Dragão.
Espero que tenham gostado gente.


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                                                                                    Xoxo tumblr_lskcn5OtW21r0v67bo1_250.gif (120×80)


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sexta-feira, novembro 02, 2012


Família Moderna



Amor de Mães

                                       A atriz Mariana Elisabetsky sempre quis engravidar.

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A cenógrafa Paula Izzo nunca havia namorado mulheres. Conheceram-se,
apaixonaram-se e decidiram ser mães, recorrendo a um doador de sêmen.
Aqui as duas contam o início e o meio de uma história com final feliz.
 Nosso primeiro jantar já estava marcodo para a noite de domingo, 12 de 2008 
                     
 (Estreia do Sítio do Picapau Amarelo)

Já havia ganhado a personagem de "Emília"  foi o meu maior presente na minha carreira de atriz,
mas não sabia que ia ganhar um amor tão rápido, muito mais que isso uma mamãe para os meus futuros filhos. 

A história

Eu estava a 1 mê ensaiando a peça "Sítio do Picapau Amarelo" quando uma bela mulher entrou pela porta com um monte de papéis na mão. Era a cenográfica que ia transformar aquele palco vazio.
Fingir ouvir as suas explicações, mas, ao fim da reunião, não tinha a menor vaga de como ia ser o cenário: meu foco era outro.
Daí em diante, ela aparecia nos ensaios de vez em quando. Eu fazia as cenas e olhava pra ela: queria ver se conseguia fazê-la rir,  chamar a sua atenção. Mas ela não parecia dar muita bola.



- Era uma trabalho daqueles de virar a noite. Já fazia um ano que eu só trabalhava. Estava exausta. Mas uma história de amor recém-terminada tinha me despedaçado de tal forma que acreditei que o melhor a fazer mesmo era mergulha a cara no trabalho. Apesar do ritmo intenso e do coração partido, algo me fazia rir: Emília. Ou melhor, a atriz que dava vida a ela. Mariana era talentosa e encantadora. Acabou virando uma amiga. Tanto que preparei um presente especial para dar a ela na estreia: uma bonequinha de pano feita por mim.
         
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O primeiro encontro

        O tão esperado domingo chegou. Não sabia se estava nervosa pela estreia em si ou pelo jantar que havia combinado com a Paulinha depois. Antes do espetáculo, ganhei um lindo presente: uma boneca de pano de sua marca, a Mondopanno.
Quando as cortinas se abriram eu estava em êxtase. Mas o destino me passou a perna - literalmente! Quebrei o pé numa das últimas cenas do espetáculo. Cheguei até o fim, e a plateia nem percebeu, mas o jantar foi substituído por algumas horas no hospital para engessar o pé esquerdo fraturado.
Tive que esperar mais 3 dias para um momento a sós com ela. marcamos de assistir Fuerza Bruta .
    A verdade e que foi um encontro meio atrapalhado, estava de muletas e tinha muita dificuldade de me locomover. Saímos queria saber de tudo sobre e ela e sugerir a ela morrendo de medo de ouvir um "não" chá na minha casa. Fiquei surpresa quando ela aceitou.


    - Na véspera da estreia, a caminho do teatro eu tive um insight: entendi finalmente que a Mari queria mais que a minha amizade. Como explicar que não teríamos nada, que eu não namorava meninas, que só queria ser a sua amiga? não jantamos naquele dia por causa do pé dela... mais naquela noite eu não preguei os olhos e de repente, me peguei pensando: Por que não ? Qual o problema de sair com uma mulher ? não sabia mais já estava apaixonada.
Remarcamos o encontro e passei para buscá-la no horário combinado. A  beleza e o papo dela foram me distraindo, e o frio na barriga sumiu. O espetáculo foi lindo; o  jantar foi delicioso. no fim, veio o convite que me fez tremer novamente. Um chá em sua casa, a vontade de conhecer mais do seu universo me venceu e, antes que eu pudesse pensar, minha boca disse "sim".

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O namoro

Paulinha entro na minha vida para ficar. Era tudo tão natural que parecia impossível que ela nunca tinha vivido uma história de amor com uma mulher. Quando a apresentação á minha família, a empatia foi imediata: em minutos ela já era parte daquele núcleo.
tudo aconteceu de uma forma tão espontânea que não hesitei em compartilhar o meu maior sonho: ter um filho. Nunca havia me imaginado casando de branco, mas sempre me imaginei mãe.



    - Diferente do que eu havia pensado, meu primeiro encontro com uma mulher foi bem mais fácil que muitos primeiros encontros com homens. Acho que é uma questão de identificação. É engraçado que depois que você aperta um botão na sua cabeça e se liberta de certos preconceitos, tudo flui. quando eu estava começando a contar aos meus amigos que estava namorando um mulher, ela revelou seu desejo de ter um filho. Muitos homens que eu conheço teriam pulado fora. Eu não. Só que fui pega de surpresa. Nos conhecíamos há tão pouco tempo ...
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A decisão de engravidar

    - Confesso que, ao dividir minha vontade com ela, queria escultar  "é meu sonho também, vamos fazer isso juntas!". Mas estávamos namorando havia apenas um mês, era um absurdo esperar aquilo dela. O tempo foi passando e eu a cada dia mais apaixonada por ela. Uns três meses depois do nosso primeiro encontro Paulinha me surpreendeu mais uma vez ao dizer : "depois de muito refletir", havia decidido que queria ter esse filho comigo. Seriamos uma família!


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Contei para a Paulinha que queria ter um filho com um mês de namoro. Fora 31 injeções de hormônio e duas surpresas: Mia e Gael, um bebê para cada mãe.

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O final feliz

 - Decidimos que era importante morarmos juntas antes de colocarmos o plano em ação. Quatros meses depois já estávamos dividindo o mesmo teto. O próximo passo foi uma consulta com um especialista em reprodução assistida. O médico nos ganhou no ato. Dissemos que estávamos lá porque queríamos um filho, e ele logo perguntou com a maior naturalidade: "Ótimo! qual das duas vai engravidar ?"

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 - Nunca tivemos dúvidas de quem geraria a criança era a Mari, já que engravidar nunca foi um tema prioritário para mim. O processo de reprodução assistida envolve muita expectativa e uma boa reserva de dinheiro. Para aumentar as chances de sucesso, a Mari teve que tomar 31 injeções de hormônio.
O resultado disso tudo, além do turbilhão emocional, foi a produção de oito embriões frutos da combinação dos óvulos da Mari com o sêmen de um doador anônimo. Escolher a outra metade do material genético do seu filho escrevendo "x" numa ficha impessoal é esquisito, mas necessário. Decidimos por uma pessoa com características físicas e cultural parecidas com as nossas.
   - O processo todo foi puxado , com direito a enjoos e indisposições, mas não poderíamos reclamar. Em março de 2010, 12 dias depois de colocarmos dois embriões no útero da Mari, veio  resultado do exame de sangue: estávamos grávidas!
 - O primeiro ultrassom mostrou um bebê do tamanho do grão de arroz, com o coraçãozinho já batendo . É uma emoção difícil de descrever. Voltamos dez dias depois para mais exames, e o médico disse: "Era um bebê ? Pois agora são dois!" Diante da nossa surpresa, ele explicou que ás vezes dois fetos podem amadurecer em tempos diferentes.

Ficamos em um de choque. Era uma mistura de alegria, medo, surpresa, insegurança. chorávamos juntas por cerca de duas horas. Semanas depois, descobrimos que se tratava de um casal, Mia e Gael. Enquanto nos preparávamos para a chegada deles, descobrimos que Paulinha poderia amamentar por meio de um preparo semelhante ao que algumas mulheres fazem para dar mamar aos seus bebês adotivos. 



Não imaginava que isso seria possível e foi uma das experiências mais incríveis da minha vida”, diz Paula, visivelmente emocionada


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A rotina, como de qualquer família de gêmeos, é insana. Os bebês são alimentados exclusivamente com o leite materno, o que faz com que Mariana fique acordada boa parte do tempo, mas a felicidade, beleza e delicadeza dos seus gestos e o charme das sardas não dão espaço para as olheiras. Na divisão de tarefa, à Paula, com seu ar de menina mignon, sutil e de fala suave, cabe atender aos outros chamados como manhas e troca de fraldas.

Donas de uma casa de boneca, com direito a quintal, rede, flores e hortaliças, Paula, Mariana, Gael e Mia formam o retrato de uma família moderna visivelmente feliz. Mas elas sabem que, infelizmente, fazem parte do quadro de exceções dentro de um universo ainda marcado pelo preconceito. Comemoram a decisão do Supremo Tribunal Federal de validar a união civil entre pessoas do mesmo sexo e pretendem usar esse direito, mas sabem que ainda existe um longo caminho pela frente: “O Gael e a Mia estão registrados apenas como meus filhos, como seu eu fosse mãe solteira. Eles têm o sobrenome da Paula, mas só porque o cartório entendeu como se fosse um segundo nome das crianças. Pela lei, a Paula não tem qualquer relação com eles”          
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E a maneira de Paula e Mariana de contribuir para essa “causa” é dando a cara para bater e falando, sempre, a verdade. Aos filhos contarão a história exatamente como foi. Na rua, quando são indagadas com a pergunta: “De quem são esses bebês tão lindos?”, respondem “das duas”, e não se furtam aos convites de revistas, jornais, debates e programas de TV. Afinal de contas, Paula e Mariana sabem que mais do que uma história incomum, elas têm uma grande história de amor para contar.




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